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terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Casal americano lança empresa que oferece serviço de impressão do feto em 3D com base nas informações do ultrassom


Casal americano lança empresa que oferece serviço de impressão do feto com base nas informações do ultrassom, apreços que variam de R$ 484,00 a R$ 968,00

O ultrassom é coisa do passado. Com a chega das impressoras 3D, que imprimem objetos em três dimensões, uma empresa já está oferecendo uma maneira de se ver em detalhes o novo bebê antes mesmo do nascimento.

Os pais podem até mesmo segurar o bebê no colo com uma réplica 3D do feto. Quem oferece o novo serviço é o casal americano Gerard e Katie Bessette, donos da Babies 3D.

A empresa cria figuras do bebê personalizadas com uma impressora 3D especial, usando a imagem do ultrassom como guia.

O casal diz em seu site: "Imagine segurar o bebê antes de ele nascer. No Babies 3D, criamos uma estatueta adorável bebê parecido com as características faciais do seu filho na mesma posição em que ele se encontra".

"Nós usamos as imagens de ultrassom para criar uma representação artística única de seu bebê usando as mais recentes tecnologias de computação gráfica e de impressão 3D".



Lembrancinha. A empresa desta que os bebês impressos em 3D são uma "lembrança preciosas de sua gravidez para a família" e "uma ótima maneira de compartilhar a emoção de seu novo bebê".

Os bebês 3D são oferecidos em três opções de tamanho e preços: o mini, um com a metade do tamanho do bebê e um do tamanho exatamente igual. Os preços variam de US$ 200 a US$ 400, ou de R$ 484,00 a R$ 968,00.

O casal busca parcerias para financiamento no sistema de crowdfunding para comprar novas impressoras e ampliar o negócio.

Fonte: Estadão

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Conheça Evan Spiegel, o jovem de 23 anos que recusou R$ 7 bilhões do Facebook, e saiba o porquê


Ele tem 23 anos e desistiu de terminar o curso na Universidade de Stanford, uma das mais prestigiadas dos Estados Unidos, para se lançar à criação de um aplicativo de smartphones. Mais tarde, recusou vender seu negócio por US$ 3 bilhões (R$ 7 bilhões) ao Facebook.

Evan Spiegel, fundador do Snapchat, já conta com o apoio de alguns dos maiores nomes do Vale do Silício, na Califórnia, e poderá se transformar no próximo milionário do setor, mas apenas se ele tiver uma certeza: de que as pessoas pagarão por uma experiência em mídias sociais.

O Snapchat é um aplicativo muito popular para smartphones que permite aos usuários se comunicarem por fotos e mensagens. O diferencial é que tudo é apagado automaticamente segundos depois.

O aplicativo foi lançado em setembro de 2011 e Spiegel não fornece números. Mas, em uma visita ao Reino Unido, ele disse que um quarto de todos os smartphones britânicos, cerca de 7 milhões, já teria baixado o Snapchat.

Spiegel afirma que a ideia de "mídia efêmera", interações sociais que não deixam rastros on-line, é muito forte. No entanto, segundo ele, foi difícil espalhar essa ideia no começo.

Alguns podem pensar que outros estudantes de Stanford podem ter servido de cobaia, mas Spiegel conta que "todo mundo em Stanford está fazendo um aplicativo". Por essa razão, Spiegel não pôde contar com a ajuda deles.

Foi nas escolas que o aplicativo decolou, no começo de 2012, com adolescentes rapidamente aprendendo que era melhor do que as redes sociais para falar com as pessoas sem a intromissão alheia.

Este padrão levou a duas suposições sobre o Snapchat: que é usado para mensagens de teor sexual (envio de fotos explícitas entre adolescentes) e que o aplicativo é uma grande ameaça ao Facebook.



Diplomacia

Evan Spiegel mostrou que já tem prática na diplomacia para lidar com as duas questões.

"É realmente fácil pular para esta conclusão", disse ele a respeito das mensagens sexuais. Dados sugerem que o Snapchat é usado o dia inteiro, em vários contextos e parte do tráfego é entre mulheres”.

Quando à segunda questão, o Facebook já assustou os mercados na semana passada quando revelou que adolescentes estão passando menos tempo na rede social.

Mas, quando Spiegel é perguntado se o Snapchat está tirando fatias do mercado do Facebook, ele responde que "nós realmente admiramos o que o Mark (Zuckerberg) está fazendo" e acrescenta que há espaço para as duas formas de comunicação.

Um estudo recente da consultoria Enders Analysis mostrou que o impacto de aplicativos de mensagens como o Snapchat e Whatsapp no Facebook pode ter sido exagerado.

A pesquisa mostrou que mais de 8 milhões de pessoas usam aplicativos de envio de mensagens na Grã-Bretanha. Neste universo, cerca de metade de todos os usuários entre 16 e 24 anos usam os aplicativos diariamente.

Mas o levantamento também revelou que o Facebook ainda é dominante neste grupo de idade, com 70% usando a rede social no smartphone todos os dias.

Dinheiro 


Snapchat rejeitou oferta bilionária do Facebook

Quando se trata dos planos para conseguir lucrar com o aplicativo, Spiegel afirma que isto é uma prioridade mas, surpreendentemente, o objetivo é conseguir dinheiro com os usuários e não com propaganda.

Ele se recusa a dar muitos detalhes e alega que "não queremos estragar a surpresa", mas explica as linhas gerais de um plano para fazer com que os usuários paguem pelo valor agregado em alguns serviços.

Parece uma proposta improvável já que o Facebook e o Twitter contam quase exclusivamente com as várias formas de propaganda para conseguir renda e ainda não está claro se os usuários que já estão acostumados a um serviço grátis poderão ser convencidos a pagar cotas extras.

Mas, Spiegel olha mais para a China do que para o Vale do Silício para conseguir suas inspirações. Ele destaca o sucesso do WeChat, do grupo chinês Tencent.

"Eles desenvolveram o negócio apesar da falta de um mercado publicitário, então tiveram que fazer isso com transações usando o aplicativo e com serviços de games", afirmou.

E continua destacando uma teoria de que as companhias de mídias sociais, como Facebook e Twitter, são vistas como serviços, por isso as pessoas não querem pagar por elas. Mas, apps como Snapchat são produtos de entretenimento e "as pessoas pagam muito por entretenimento".

A questão deve ser se é possível cobrar com sucesso por um aplicativo que é quase exclusivamente usado por jovens que provavemente têm pouco dinheiro para gastar.

Mas, o Snapchat obviamente aproveita uma tendência da nova geração digital que está mais preocupada em comunicar tudo para apenas alguns poucos amigos próximos do que falar sobre sua vida para o mundo no Facebook ou Twitter.

Engolidos

Este tipo de ideia com este tamanho de público sempre atrai o interesse de predadores. YouTube e Instagram foram engolidos pelo Google e Facebook, respectivamente, quando tinham apenas um ano de idade.

Quando sugeri que o Facebook pode tentar comprar o aplicativo, Spiegel e seus assessores deram uma risada nervosa e ele insistiu em que iria continuar independente.

Horas depois do encontro, surgiram as informações de que o Snapchat tinha rejeitado a oferta de US$ 3 bilhões do Facebook.

Mas, não será surpreendente se outra pessoa ou empresa aparecer com outra oferta milionária em breve.
E talvez, no mundo efêmero dos novos aplicativos de mensagens, Evan Spiegel poderia receber o conselho de agarrar a próxima oferta antes que a moda acabe.

Fonte: BBC

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Samsung lança novo celular com chip RFID implantado na cabeça!


Samsung obteve a patente para um dispositivo médico implantável que pode ler e transmitir a informação para o cérebro. Este é um chip RFID que irá atuar como um roteador Wi-Fi no corpo, que será vendido juntamente com um novo modelo de telefone móvel Samsung. A empresa chinesa controlada pela família Rothschild tinha solicitado em 2012 uma patente para um dispositivo médico implantável que pode transmitir informação fisiológica / patológica de um "dispositivo externo".

A era de zumbis robô

A desculpa da Samsung e sua propaganda. Proclamou que "finalmente, um aplicativo de dizer quando estamos estressados, bêbado ou com sono." Mas o lançamento de um novo modelo de telefone celular que funciona através de um chip implantado na cabeça ou no braço do usuário, é um ultraje que tem pouco a ver com a saúde. Com a nova Samsung não há necessidade de uma tela ou teclas, a pessoa com o chip de uma imagem do computador vai ver através de sua retina.

Samsung oferece muito mais do que um marca-passo. A aplicação inclui uma série de cenários possíveis, com implicações que vão além da ficção científica, como um implante cerebral que irá monitorar as ondas cerebrais (enquanto inserido mensagens subliminares e propaganda sobre Samsung e "outros Ideias ") , em conjunto com implantes dedo para detecção de movimento.

Sequer mencionou o uso de implante cerebral como uma ferramenta "para controlar diretamente o sistema." Samsung está falando de um sistema que vai ser controlada pelo pensamento. Mas ele diz que apenas um lado da moeda: Samsung vai saber o que o usuário pensa e pode até mudar o pensamento . Como era previsto por todos os pesquisadores que relataram esse avanço perigoso da liberdade humana,  as pessoas vão correr para implantar um chip em sua cabeça.

Até recentemente, a teoria de chip implantado era uma teoria da conspiração da mídia "politicamente corretos" ou Wikipedia.

Agora, a Samsung é uma evidência de que a idéia é um plano real.

Não deixá-los fazê-lo um robô!

Além de ser invasivo e violar o máximo de privacidade de uma pessoa, um leitor de mente chips Samsung é prejudicial à saúde, e potencialmente muito perigoso, uma vez que um chip funcionará de acordo com o controle de requisitos corporativos e bancários, pode liberar substâncias tóxicas nas pessoas desobedientes corpo.

Mesmo com jogos de vídeo e plataforma 3D há problemas, porque o cérebro está tentando se comunicar com a pessoa o tempo todo que o que eles estão vendo não é real. Isto induz dores de cabeça, pelo menos. Nas comunidades de "gamers" recomendo tomar analgésicos "para continuar jogando."

Os usuários do novo celular Samsung vai ver as opções do dispositivo no ar, como uma projeção holográfica, que neste caso será uma "alucinação mecânica" transmitido pelo chip. Desnecessário mencionar as complicações da percepção da realidade, e danos cerebrais médico (em várias formas) que esta tecnologia pode induzir.

O CFR, os EUA e a ONU tem planejado isso por um longo tempo

Os países participantes no programa foram principalmente Israel, China, EUA, Reino Unido, Espanha, Alemanha e França. E também a Agência de Segurança Nacional (NSA) de os EUA Eu desenvolver um método para controlar o cérebro humano. Esta tecnologia é chamada de Monitoramento Neural Remoto (RNM) ea desculpa foi "revolucionar a detecção e investigação de crime."

O controle remoto do cérebro MRI funciona ", a fim de ler e detectar qualquer pensamento criminoso a ter lugar dentro da mente de um agressor em potencial." Os estudos têm mostrado que o cérebro humano pensa que a uma velocidade de cerca de 5000 bits por segundo e não é capaz de competir com os super computadores que funcionam com satélites, implantes e biotelemetria. O cérebro humano tem um conjunto único de sistema de ressonância bioelétrica.

O sistema funciona RNM pode enviar mensagens através do sistema nervoso de uma pessoa implantado, a fim de influenciar a sua acção de uma determinada maneira.

Samsung e sistema de MRI

O sistema de ressonância magnética foi desenvolvido ao longo de 50 anos de testes neuro-eletromagnéticas ratos de laboratório humanos involuntários. Muitos cientistas corporativa e de Estado dos EUA espera que "dentro de alguns anos", o advento de microchips de DNA implantado no cérebro humano que seria inerentemente controlável. Com a ressonância magnética, é possível ler e controlar os processos de pensamento emocionais de uma pessoa junto com o subconsciente e dos sonhos.

Hoje a Samsung está prestes a lançar sua nova maravilha tecnológica, o que requer a implantação de um chip na cabeça do usuário.

Usando a tecnologia de ressonância magnética como ferramenta de aplicação da lei é uma mentira. O uso de um governo ou corporação desta tecnologia viola todas as leis de direitos civis e humanos existentes. Agências como a NSA quer usar essa ferramenta para acessar remotamente e manipular o pensamento de milhões de cidadãos, no que pode ser descrito como nada menos do que uma versão moderna do Big Brother em George Orwell via esteróides!

Esses chips já estão sendo usados

Muitos pais americanos introduziram seus filhos para saber onde eles estão, como eles funcionam. E também seus avós com doença mental, para "cuidar". Esta pesquisa foi realizada, incluindo animais com microchips no cérebro. Claro que, o mecanismo tem de descodificar a frequência de ressonância de cada local específico, para a inserção de informação modular nessa localização específica do cérebro. Ressonância magnética também pode detectar ouvir via de transmissão eletromagnética de microondas e também tem comandos específicos para o subconsciente, produzindo distúrbios visuais, alucinações visuais e injeção de palavras e números no cérebro através de ondas de radiação eletromagnética. Também manipula as emoções e pensamentos e ler os pensamentos de distância, pode causar dor a qualquer nervo do corpo, permite a manipulação remota de comportamento, padrões de sono controlados.

As organizações de direitos humanos em todo o mundo, informou a RM como uma violação dos direitos humanos básicos e viola a privacidade ea dignidade dos pensamentos e atividades da vida. Vários países protestaram contra esta operação totalitário, e se referem a ele como um ataque aos seus direitos humanos e civis. Cientistas protesto contra o uso da RNM acreditar que as pessoas se tornam robôs biológicos implantados e cobaias para as atividades NRM sob o pretexto de segurança.

Primeiro com os telefones, então por vacinas.

"RFID poderia impedir clínicas dos EUA gastam milhões de dólares em saúde", afirma a sionistas. Dizendo fichas por injetar crianças com vacinas pode ser controlado. "Podemos medir a sua saúde, febre, etc." Com a ajuda da nanotecnologia, esta manobra não é apenas perfeitamente possível, mas um fato.

* Em setembro de 2011, o FDA aprovou o uso de chips RFID para crianças em idade escolar.
* A Fundação Bill e Melinda Gates investiu um bilhão de dólares no desenvolvimento de vacinas "follow up" com microchips RFID.
* Recentemente, os tribunais do mundo pronunciou-se contra a "soberania" de pais e filhos, com muitas vacinas obrigatórias, sempre com a desculpa de que "é para o bem maior." Tais ações por parte do governo, neste caso, os tribunais federais e escolas federais, são um "barômetro" da tirania.
* Os chips RFID injetáveis ​​estão disponíveis desde 2001.
* A 4 de setembro de 2003 Hitachi reduzido microchip tamanho de 1 milímetro por um milímetro para 0,4 milímetros por 0,4 milímetros.
* Um microchip RFID "nanoescala" é alimentado por enzimas localizadas nos corpos dos mamíferos foi patenteado em 04/29/2007.
* Em muitos fóruns dos Estados Unidos as pessoas  já estão perguntando  como detectar e cancelar um microchip RFID que pode ter sobre o corpo sem saber.

Fonte: Light Thouse bcn - BWN - Seres Libres

domingo, 13 de outubro de 2013

EUA desenvolve avião não tripulado capaz de voar 5 anos sem parar

Uma empresa norte-americana especializada em engenharia aeroespacial está desenvolvendo um avião de controle remoto ultraleve, capaz de voar a 200 mil metros de altura utilizando propulsão a base de energia solar, com uma autonomia de voo de cinco anos. Trata-se de uma nova geração de drones denominada Solara, composta por aeroplanos de diversos tamanhos, alimentados por energia solar e altamente resistentes à atmosfera.


Os aviões são capazes de transportar equipamento de comunicação, sensores e sondas de reconhecimento de grande alcance. Os aparelhos estão cobertos por aproximadamente 3 mil painéis solares, capazes de geral 7 kW de energia elétrica e são totalmente auto-suficientes. Voando a velocidades que podem alcançar até 65 km/hora, os aparelhos carregam suas baterias com a luz do dia, para voar tranquilamente a noite. O custo de manutenção dos aviões Solara são bem mais baixos do que os de um satélite e o objetivo com a criação dos novos aparelhos é de que atuem em tarefas de vigilância, supervisão e climatologia.

Fonte: History

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Exército dos EUA "copia" armadura de "Homem de Ferro"

O exército dos EUA está a desenvolver uma armadura inteligente capaz de atribuir "força sobre-humana" a quem a usar.

No filme "Homem de Ferro", inspirado na personagem de banda desenhada da Marvel, Robert Downey Jr. dá vida a Tony Stark, um engenheiro multimilionário que decidiu usar parte da fortuna na construção de uma armadura que veste para combater o mal.

A ficção está, agora, mais perto da realidade com o anúncio de que o exército norte-americano reuniu uma equipa composta por industriais da tecnologia, cientistas de laboratórios governamentais e académicos para concretizar o projeto de criar uma armadura similar.

De acordo com a BBC, o fato vai chamar-se "Talos", abreviatura de "Tactical Assault Light Operator Suit", que se pode traduzir como fato ligeiro de operações táticas. Composto por várias camadas de materiais inteligentes, deverá ser equipado com sensores que monitorizam a temperatura, a hidratação e o batimento cardíaco.

Segundo o exército norte-americano, a armadura precisará também de uma ligação à Internet e de uma interface semelhante à do sistema "Google Glass", os óculos inteligentes da Google, que permitem filmar ou ver informações em tempo real.

A cadeia de televisão britânica, avança, ainda, que outros exosqueletos que permitam aos soldados transportar cargas pesadas a longas distâncias já foram testados. No caso, a armadura deverá ser equipada com um sistema hidráulico capaz de aumentar a força do utilizador.

Karl Borjes, conselheiro científico do exército, afirma que o objetivo é criar um exosqueleto completo e que integre várias funcionalidades, desde "armas" a sistemas de "comunicação" e de "monitorização de saúde".

Em entrevista, Gareth McKinley, do "Massachussets Institute of Technology" (MIT), também envolvido na produção do projeto, comparou a armadura à presente nos filmes de Hollywood. "Parece mesmo o Homem de Ferro", constata.

Segundo a BBC, estima-se que o projeto esteja concluído dentro de três anos.

Fonte: J.N. - BBC

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Projeto chinês propõe ônibus que anda por cima dos carros

Um ônibus suspenso que anda por cima dos carros. Já imaginou? Uma equipe de pesquisadores chineses colocou a ideia no papel e defende que o projeto pode ser parte da solução para o trânsito terrível das grandes cidades.

Quando parado, o Land Airbus, como é chamado, não interrompe o trânsito, pois a parte inferior funciona como um túnel, “vazada”, em formato de arco – o que os inventores chamaram de design oco. O veículo ocupa duas pistas e permite que carros de até dois metros de altura passem por baixo.

Cada “vagão” comporta até 300 pessoas. Os passageiros entram no ônibus via elevador lateral e também são previstas estações fixas de parada. Movido por painéis solares e eletricidade, o veículo chega a 60 km/h. Há ainda um sistema que freia o veículo automaticamente em caso de emergência (se houver um acidente à frente, por exemplo).

Os criadores dizem que o ônibus suspenso pode diminuir em 30% o trânsito nas ruas e avenidas. Outra vantagem destacada é que a construção da estrutura para suportar esse tipo de transporte levaria três vezes menos tempo que a construção de metrôs, com custo 10% menor.

O projeto é apresentado como “o futuro das cidades”. Você acha que a solução parece viável? Veja o vídeo do projeto e entenda melhor o funcionamento do ônibus:



Fonte: Super Abril

sábado, 14 de setembro de 2013

Brasileiro inventor de 'luz engarrafada' tem ideia espalhada pelo mundo


Alfredo Moser poderia ser considerado um Thomas Edison dos dias de hoje, já que sua invenção também está iluminando o mundo.

Em 2002, o mecânico da cidade mineira de Uberaba, que fica a 475 km da capital Belo Horizonte, teve o seu próprio momento de 'eureka' quando encontrou a solução para iluminar a própria casa num dia de corte de energia.

Para isso, ele utilizou nada mais do que garrafas plásticas pet com água e uma pequena quantidade de cloro.
Nos últimos dois anos, sua ideia já alcançou diversas partes do mundo e deve atingir a marca de 1 milhão de casas utilizando a 'luz engarrafada'.

Mas afinal, como a invenção funciona? A reposta é simples: pela refração da luz do sol numa garrafa de dois litros cheia d'água.

"Adicione duas tampas de cloro à água da garrafa para evitar que ela se torne verde (por causa da proliferação de algas). Quanto mais limpa a garrafa, melhor", explica Moser.

Moser protege o nariz e a boca com um pedaço de pano antes de fazer o buraco na telha com uma furadeira. De cima para baixo, ele então encaixa a garrafa cheia d'água.

"Você deve prender as garrafas com cola de resina para evitar vazamentos. Mesmo se chover, o telhado nunca vaza, nem uma gota", diz o inventor.

Outro detalhe é que a lâmpada funciona melhor se a tampa for encapada com fita preta.

A ideia de Moser já é utilizada em mais de 15 países onde energia é escassa
"Um engenheiro veio e mediu a luz. Isso depende de quão forte é o sol, mas é entre 40 e 60 watts", afirma Moser.


Apagões

A inspiração para a "lâmpada de Moser" veio durante um período de frequentes apagões de energia que o país enfrentou em 2002. "O único lugar que tinha energia eram as fábricas, não as casas das pessoas", relembra.

Moser e seus amigos começaram a imaginar como fariam um sinal de alarme, no caso de uma emergência, caso não tivessem fósforos.

O chefe do inventor sugeriu na época utilizar uma garrafa de plástico cheia de água como lente para refletir a luz do sol em um monte de mato seco e assim provocar fogo.

A ideia ficou na mente de Moser que então começou a experimentar encher garrafas para fazer pequenos círculos de luz refletida.

Não demorou muito para que ele tivesse a ideia da lâmpada.

"Eu nunca fiz desenho algum da ideia".

"Essa é uma luz divina. Deus deu o sol para todos e luz para todos. Qualquer pessoa que usar essa luz economiza dinheiro. Você não leva choque e essa luz não lhe custa nem um centavo", ressalta Moser.

Pelo mundo

O inventor já instalou as garrafas de luz na casa de vizinhos e até no supermercado do bairro.

Ainda que ele ganhe apenas alguns reais instalando as lâmpadas, é possível ver pela casa simples e pelo carro modelo 1974 que a invenção não o deixou rico. Apesar disso, Moser aparenta ter orgulho da própria ideia.

"Uma pessoa que eu conheço instalou as lâmpadas em casa e dentro de um mês economizou dinheiro suficiente para comprar itens essenciais para o filho que tinha acabado de nascer. Você pode imaginar?", comemora Moser.

Carmelinda, a esposa de Moser por 35 anos, diz que o marido sempre foi muito bom para fazer coisas em casa, até mesmo para construir camas e mesas de madeira de qualidade.

Mas parece que ela não é a única que admira o marido inventor.

Illac Angelo Diaz, diretor executivo da fundação de caridade MyShelter, nas Filipinas, parece ser outro fã.

A instituição MyShelter se especializou em construção alternativa, criando casas sustentáveis feitas de material reciclado, como bambu, pneus e papel.

Para levar à frente um dos projetos do MyShelter, com casas feitas totalmente com material reciclado, Diaz disse ter recebido "quantidades enormes de garrafas".

"Nós enchemos as garrafas com barro para criamos as paredes. Depois enchemos garrafas com água para fazermos as janelas", conta.

"Quando estávamos pensando em mais coisas para o projeto, alguém disse: 'Olha, alguém fez isso no Brasil. Alfredo Moser está colocando garrafas nos telhados'", relembra Diaz.

Seguindo o método de Moser, a entidade MyShelter começou a fazer lâmpadas em junho de 2011. A entidade agora treina pessoas para fazer e instalar as garrafas e assim ganharem uma pequena renda.

Nas Filipinas, onde um quarto da população vive abaixo da linha da pobreza (de acordo com a ONU, com menos de US$ 1 por dia) e a eletricidade é muito cara, a ideia deu tão certo, que as lâmpadas de Moser foram instaladas em 140 mil casas.

As luzes 'engarrafadas' também chegaram a outros 15 países, dentre eles Índia, Bangladesh, Tanzânia, Argentina e Fiji.

Diaz disse que atualmente pode-se encontrar as lâmadas de Moser e comunidades vivendo em ilhas remotas. "Eles afirmam que eles viram isso (a lâmpada) na casa do vizinho e gostaram da idéia".

Pessoas em áreas pobres também são capazes de produzir alimentos em pequenas hortas hidropônicas, utilizando a luz das garrafas para favorecer o crescimento das plantas.

Diaz estima que pelo menos um milhão de pessoas irão se beneficiar da ideia até o começo do próximo ano.

"Alfredo Moser mudou a vida de um enorme número de pessoas, acredito que para sempre", enfatiza o representante do MyShelter.

"Ganhando ou não o prêmio Nobel, nós queremos que ele saiba que um grande número de pessoas admiram o que ele está fazendo".

Mas será que Moser imagina que sua invenção ganharia tamanho impacto?

"Eu nunca imaginei isso, não", diz Moser emocionado.

"Me dá um calafrio no estômago só de pensar nisso".

Fonte: BBC BRASIL, DIÁRIO DO CENTRO DO MUNDO

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

À medida que envelhecemos [EM 5 MINUTOS]

A idéia era de que algo está acontecendo, mas você não pode vê-lo, mas você pode senti-lo, como o próprio envelhecimento.