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quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

ONU responsabiliza Vaticano pela continuidade dos abusos sexuais sobre crianças


As Nações Unidas acusam o Vaticano de ter permitido a continuidade dos abusos sexuais de crianças e de ajudar na impunidade dos culpados. Acusações graves num relatório do comité da ONU para os Direitos das Crianças. Este alto organismo das Nações Unidas exige por isso.que todos os padres responsáveis pelos abusos sejam agora entregues à justiça. Vídeo aqui!

Fonte: RTP/Notícias

domingo, 26 de janeiro de 2014

Paulistano usa carvão feito com trabalho escravo e infantil


Megaoperação encontra 34 trabalhadores em condições análogas às de escravo em cinco carvoarias, que, a 100 km de São Paulo, abastecem supermercados da capital.

O morador de São Paulo e de outros municípios do estado que costumam fazer churrasco em casa ou ir às tradicionais churrascarias em sistema de rodízio pode, sem saber, estar contribuindo para a exploração de trabalho escravo e infantil que acontece a apenas cem quilômetros da capital. Uma megaoperação de fiscalização realizada nos dias 21 e 22 de janeiro nos municípios paulistas de Piracaia, Joanópolis e Pedra Bela encontrou 34 pessoas trabalhando em condições análogas à escravidão em carvoarias locais. Além disso, três dos doze estabelecimentos fiscalizados utilizavam trabalho infantil – sete crianças e adolescentes foram afastados do trabalho. A reportagem da Repórter Brasil acompanhou a fiscalização.

A operação contou com a participação de dezenas de agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) da região de Atibaia (SP), quatorze auditores fiscais do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), procuradores do Ministério Público do Trabalho (MPT), técnicos do Instituto Florestal, representantes da Advocacia Geral da União (AGU) e da Justiça do Trabalho. No total, em dois dias foram fiscalizadas doze carvoarias. Todos os trabalhadores explorados em regime de escravidão foram encontrados em Piracaia, em cinco estabelecimentos. As sete crianças e adolescentes afastadas estavam trabalhando em três carvoarias das três cidades onde a fiscalização aconteceu: quatro em Joanópolis, duas em Piracaia e uma em Pedra Bela. Por meio de um decreto presidencial de 2008, o trabalho em carvoaria está incluído na lista das piores formas de trabalho infantil, sendo vedado para qualquer pessoa que tenha menos de dezoito anos.

A investigação teve início em 28 de novembro de 2013, quando agentes da PRF do apreenderam, num posto próximo à cidade de Atibaia, um caminhão contendo carvão. A nota apresentada era falsa. Após meses de trabalho conjunto entre Polícia Rodoviária Federal e MPT, foram constatados fortes indícios de trabalho escravo, infantil e crimes ambientais em quase duas dezenas de carvoarias da região.

Condições degradantes

Depois de passar pelo centro de Piracaia, cidade de cerca de 25 mil habitantes, o comboio de uma das quatro equipes de fiscalização segue por mais alguns quilômetros pela Estrada André Franco Montoro. Tomando uma estrada de terra e cascalho, chega a uma das carvoarias investigadas. Logo de cara, chama a atenção o fato de ela estar localizada ao lado da passagem de um gasoduto da Petrobras – uma placa alerta para o perigo de se acender fogueiras. Numa grande área à esquerda de uma casa de construção simples, muitos quilos de carvão estão guardados dentro de grandes sacos de fertilizantes e de ração animal. Toras de madeiras cortadas estão empilhadas. Dos dois lados, há pátios, cobertos por telhas de zinco, que cobrem mais toras e fornos feitos de tijolo. São 26 no total. Um pouco mais adiante, à direita, há uma banheira velha cheia de água barrenta onde se apoia uma mangueira que vem do meio da mata. Em uma das bordas, repousa uma lata de Nescau vazia e adaptada para funcionar como um copo.

Ainda mais adiante, está um senhor baixo de pele negra, de nascimento e de carvão. Trabalha no estabelecimento, que produz o Carvão A.M.E., há doze anos, sem registro em carteira nem salário. A jornada, em média, é das sete da manhã até as quatro ou cinco da tarde. Ganha por produção. Recebe R$ 1,40 por cada saco de carvão, a cada quinze dias. Ele diz que em dias bons, quando não sente dores, chega a produzir de trinta a quarenta sacos. Apesar da idade avançada, passa o dia carregando toras de madeira pesadas e as jogando dentro dos fornos superaquecidos. As dores são por conta de uma hérnia inguinal que tem há dois anos – está esperando que a realização de uma cirurgia. Quando estão mais fortes, a produção cai muito, e o dinheiro no fim da quinzena também. Hoje, calcula, recebe em torno de R$ 700 por mês, que complementam o salário mínimo que ganha como aposentado.

No local não há refeitório, e o dono da carvoaria não fornece refeição nem Equipamentos de Proteção Individual (EPIs). O carvoeiro de pouco mais de setenta anos traz o almoço de casa, e come onde puder encontrar uma sombra. A água para beber vem da mangueira posicionada na banheira velha e imunda, e é consumida na lata de Nescau. Tampouco há sanitários.

Há trinta anos, o senhor mora numa casa simples dentro de uma fazenda vizinha à carvoaria. Trabalhava para o proprietário, também carvoeiro, até se aposentar. Hoje cuida de uma pequena horta e de uma criação de patos e gansos. A esposa faleceu há treze anos. Dos seis filhos, dois também já morreram. Originário de Cambuí, Minas Gerais, ele mora em Piracaia desde 1958. Nesse mesmo ano, quebrou a perna e perdeu o polegar da mão direita num acidente na produção de carvão.

Trabalho infantil

Nos fundos da casa que fica na entrada da carvoaria, à direita e num nível abaixo do terreno onde estão os fornos de carvão e a madeira pronta para ser carbonizada, um grande galpão é reservado para o serviço de empacotamento do produto resultante do trabalho dos carvoeiros. Lá, uma mulher de 37 anos, o marido, o filho de dezesseis anos e o sobrinho de onze colocam o carvão – que chega ao local por meio de uma espécie de escorregador de madeira, a partir da área dos fornos – dentro de embalagens do Carvão A.M.E. e as fecham com grandes grampeadores. Todos eles, assim como o senhor septuagenário, estão inteiramente cobertos de pó preto.


“Difícil arranjar outro serviço na cidade”, diz a mulher. Revela receber 11 centavos para cada quilo de carvão que embala. Em média, ela, o marido e o filho ganham R$ 600 por mês. Cada um dos três repassa R$ 50 para o menino de onze anos, que acabou de passar para a sexta série do ensino fundamental. Ele está há poucas semanas trabalhando na carvoaria, diz a tia. Já o adolescente de dezesseis anos, que acabou de passar para o segundo ano do ensino médio, está há uns três meses no local. Trabalhava em outra carvoaria, mas na queima da madeira. “Lá era muito pesado o trabalho. Por isso o trouxe para cá, para fazer um serviço mais leve”, conta a mãe. De férias da escola, trabalha, em média, das sete e meia da manhã às seis da tarde. A mulher garante que o adolescente quer trabalhar para ter o próprio dinheiro.

Contatada pela Repórter Brasil, Elisabeth Cardoso, responsável pela empresa que produz a marca Carvão A.M.E., disse que a carvoaria estava colocando um fiscal na entrada para impedir a entrada de crianças. Em relação aos casos de trabalho escravo, afirmou estar regularizando a situação. “Os itens de segurança já foram comprados, já tem banheiro lá. Vou pedir para fazer análise da água para mostrar que é potável. Enquanto isso, vamos comprar água engarrafada.”

Churrascarias e açougues

Nas outras duas carvoarias de Piracaia fiscalizadas no primeiro dia da megaoperação, foram encontrados mais trabalhadores em condições análogas à escravidão. Na carvoaria Bonsucesso, que segundo um de seus proprietários fornece carvão para churrascarias da capital paulista e de outras cidades de interior do estado, três homens faziam jornada de em torno de dez horas diárias, não possuíam registro em carteira de trabalho, não utilizavam equipamentos de proteção e não tinham água potável à disposição. As refeições, trazidas de casa, eram consumidas no próprio local de trabalho, próximo aos fornos. A apenas alguns metros de distância dos fornos e do fogo, havia um tanque onde se costumava armazenar litros de óleo diesel, combustível que abastecia os caminhões utilizados para o transporte da produção. Os três empregados ganhavam em torno de 70 centavos pela produção de cada saco de 8 quilos.


Dois dos trabalhadores dormiam em suas próprias casas no município de Piracaia. Um deles, no entanto, dividia a estadia entre a casa da irmã na cidade e dois cômodos na própria carvoaria. No dia da fiscalização trabalhista, um dos quartos estava em condições extremamente insalubres de habitação. Em cerca de vinte metros quadrados, acumulavam-se uma geladeira, uma pia, uma televisão de 29 polegadas, uma poltrona velha e quase uma dezena de monitores de computador apoiados em estantes de ferro. Aos fios de eletricidades que atravessavam todo o cômodo somavam-se inúmeros objetos jogados no chão. Um colchão dobrado e uma cumbuca com ração de gato repousavam em meio à sujeira e ao lixo. Na pia, restos de comida num prato e pó de carvão acumulado.

“Me escondo lá”, revelou à reportagem o trabalhador de 42 anos. Ele cozinhava num fogão improvisado com tijolos e grelhas do lado de fora e mantinha uma horta com tomate, pimenta, salsinha e quiabo. Nascido em Cambará, no Paraná, o carvoeiro vivia havia vinte anos em Piracaia. Na Carvoaria Bonsucesso, trabalhava há quinze. Há dois, dormia com frequência no local. Segundo ele, gostava de mexer nos computadores de noite. Fez um curso de técnico em informática e só aguarda o diploma para tentar seguir nova profissão. Não ambiciona, no entanto, largar o ofício de carvoeiro. Quer arrumar outro emprego para aumentar a renda.
Afonso Aparecido da Silva, um dos proprietários da Carvoaria Bonsucesso afirmou à reportagem que discorda do entendimento do MPT e do MTE sobre o flagrante de trabalho escravo em sua carvoaria. “Os trabalhadores que estavam aqui recebiam devidamente os salários. Mas como não pagávamos os encargos públicos, estão falando que usamos mão de obra escrava. Isso acontece em toda a região, com todos os meus concorrentes. Não há um único funcionário sendo judiado. Pelo contrário, é ele que manda no próprio serviço, já que o pagamento é por produção”, diz.
Outra carvoaria de Piracaia flagrada com trabalho escravo, que produzia marca própria, o Carvão Atibainha, também vendia sua produção para as marcas Tennessee, Vila Carrão, São Carlos e Le Petit Filet. O padrão de violações era semelhante às das demais carvoarias onde houve flagrante de trabalho escravo: falta de registro em carteira, pagamento por produção, e falta de equipamentos de proteção, refeitório, sanitário e água potável. O fechamento das embalagens era feito por meio de uma máquina, manuseada pelos trabalhadores. O risco de lesões nas mãos era evidente. Antes de ir para Piracaia, um dos trabalhadores contou que trabalhava na limpeza dos vidros de um prédio na Avenida Paulista, em São Paulo. Com duas hérnias, sem conseguir mais emprego com carteira assinada, mudou de profissão. Há um mês trabalhando como carvoeiro, ganhava em torno de R$ 900 por mês, R$ 26 por cada forno que enchia com madeira.
Trabalhadores fechavam embalagem de carvão com máquina cortante sem qualquer equipamento de proteção. Vídeo abaixo:


Procurada, a Central de Carnes Tennessee, rede de açougues da capital paulista dona da marca de carcão Tennessee, não havia enviado um posicionamento até o fechamento desta reportagem. Já os responsáveis pelo Carvão Atibainha não quiseram dar declarações. A reportagem não obteve sucesso em contatar as demais marcas.

Em Joanópolis, a operação constatou inúmeras irregularidades trabalhistas, mas que não configuraram trabalho análogo à escravidão, segundo os fiscais. No município, no entanto, foram encontrados quatro casos de trabalho infantil, em uma carvoaria cujo cliente exclusivo era o Carvão São José. Em Pedra Bela, tampouco houve flagrante de escravidão, mas uma criança foi encontrada trabalhando.

À Repórter Brasil, José Roberto Veríssimo, um dos proprietários do Carvão São José, que divulgou uma nota à imprensa, afirmou que a empresa não tinha conhecimento das condições de trabalho de sua fornecedora. Além disso, disse que na verdade eram três adolescentes empregados, não quatro. “Temos seis produtores parceiros, e somente um deles apresentava condições que a gente desconhecia. Eles embalam nossos produtos, somos a última ponta da cadeia. Recebemos a visita dos representantes do Ministério do Trabalho e do Ministério Público do Trabalho e eles disseram que tínhamos sim responsabilidade”. Na quinta-feira, 23, a empresa, na presença da Justiça do Trabalho, indenizou os adolescentes que trabalhavam na carvoaria e registrou os demais trabalhadores. Além disso, assinou um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) se comprometendo a ajudar a sanar as violações encontradas. “Pretendemos, em vez de abandonar nosso fornecedor, ajudá-lo a montar um sistema de empacotamento modelo, para que amanhã a mídia volte e veja o que foi feito”, diz Veríssimo.

As mãos de um dos trabalhadores resgatados no interior paulista que não usava equipamento de proteção.


Ciclo vicioso

No segundo dia da megaoperação, foram encontrados quinze trabalhadores em condições análogas à escravidão em duas carvoarias de Piracaia pertencentes à mesma empresa, o Carvão Cacique, de Bragança Paulista. Segundo o auditor fiscal José Weyne Nunes Marcelino, coordenador de um dos grupos móveis nacionais de combate ao trabalho escravo, a maioria dos trabalhadores resgatados trabalhavam no plantio e corte do eucalipto usado na produção de carvão. “Eles recebiam apenas a cada três ou quatro meses. Por isso, ficavam endividados nos mercados na cidade e eram obrigados a continuar a trabalhar para poderem receber e pagar as dívidas. Era um ciclo vicioso feito, consciente ou inconscientemente, para manter o pessoal no trabalho”, diz.

A empresa que comercializa o Carvão Cacique não foi localizada pela reportagem.

Na quinta-feira, 23 de janeiro, sete carvoarias fiscalizadas pela megaoperação assinaram TACs diante do MPT se comprometendo a eliminar as violações trabalhistas encontradas e a não contratar mão de obra infantil. Destas, três foram flagradas com trabalho escravo – elas se comprometeram a pagar verbas rescisórias e indenizações individuais aos resgatados até segunda-feira, dia 27.

Fonte: Repórter Brasil

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Presos na Coreia do Norte cavam a própria cova, conta ex-guarda


Imagens de satélite mostram a expansão da maior prisão para dissidentes políticos da Coreia do Norte, de acordo com um relatório da Anistia Internacional divulgado nesta quinta-feira. Novos presídios, prédios de segurança e campos de trabalhos forçados surgiram nos últimos dois anos. O informe traz ainda novidades, como um ex-funcionário de segurança que conta pela primeira vez como os presos são obrigados a cavarem as próprias covas e sobre os estupros rotineiros de mulheres que depois desaparecem.

- A cruel realidade do contínuo investimento da Coreia do Norte em sua vasta rede de repressão está exposta - declarou Rajiv Narayan, pesquisador da Anistia Internacional para o Leste da Ásia.

A Coreia do Norte nega a existência dos chamados gulags, embora haja relatos sobre centenas de pessoas presas no país, incluindo menores de idade. Ex-detentos e funcionários do governo contam que os presos são obrigados a trabalhar de dez a 12 horas por dia, dormem pouco e são subnutridos.

Alguns não chegaram a ser formalmente acusados, sendo levados por “associação indevida”, por conhecerem ou serem parentes de dissidentes políticos.

Acredita-se que Kwanliso 16, na província de North Hamgyong, seja a maior prisão política do país. Com 560 km2, tem três vezes o tamanho da capital dos EUA, Washington, e em 2011 abrigava cerca de 20 mil pessoas.

As imagens de satélite, feitas em maio de 2013, indicam o aumento da população do Campo 16, com novos blocos dormitórios e outros mais em construção. Mostram ainda atividades econômicas, como mineração e agricultura, além da expansão da área industrial.


Lee, um ex-segurança do Campo 16 dos anos 80 até meados da década de 90, contou à Anistia Internacional sobre os métodos usados para executar prisioneiros. Os detentos eram forçados a cavar a própria sepultura e depois golpeados com um martelo no pescoço. Ele também testemunhou guardas estrangulando presidiários e batendo neles com pedaços de madeira até a morte. Mulheres desapareciam após serem estupradas.

- Após uma noite servindo aos oficiais, as mulheres tinham que morrer porque o segredo não podia vazar. Isso acontece na maioria dos campos para prisioneiros políticos - explicou Lee.

A Anistia compartilhou o material com a comissão da ONU que investiga abusos aos direitos humanos na Coreia do Norte e pediu às autoridades em Pyongyang que “imediatamente libertem todos os prisioneiros de consciência”.

Fonte: TheIndependent

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Dilma anuncia no twitter discurso sobre LIBRA hoje


Presidente adianta pronunciamento sobre resultado do primeiro leilão de exploração do pré-sal, o do Campo de Libra, que, apesar de diversas manifestações no País e ações na Justiça, ocorreu pacificamente no Rio; mensagem será transmitida em cadeia nacional de rádio e tevê na noite desta segunda-feira 21; na abertura do leilão, ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse que licitação será um "divisor de águas entre o passado e o futuro"

A presidente Dilma Rousseff anunciou há pouco, pelo Twitter, que fará um pronunciamento sobre o resultado do leilão de Libra nesta segunda-feira à noite. "Terminei agora de gravar pronunciamento sobre o resultado do leilão de Libra. Vai ao ar hoje à noite em rede nacional de rádio e TV", publicou a presidente em sua conta no Twitter, às 16h44. De acordo com sua agenda, a presidente assistiu ao leilão, nesta tarde, do Palácio da Alvorada, onde mora.

Dilma deu atenção especial a todos os processos do leilão, a fim de garantir que nada desse errado. Ela afirmou a um aliado que hoje ocorreria um dos atos mais importantes de seu governo. O leilão do Campo de Libra deve "marcar o país por gerações", declarou a presidente, que mandou pessoalmente o Exército reforçar a segurança no hotel que sediou o evento, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio.

Em seu discurso no início do leilão, a diretora-geral da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Magda Chambriard, afirmou que hoje era um "dia histórico para o Brasil". "Vocês viram que nossa presidente determinou a utilização de 75% dos royalties na educação e 25% na saúde", disse. "Nós estimamos que apenas Libra seja capaz de R$ 300 bilhões. Nós esperamos muito do bloco de Libra e dessa licitação", acrescentou a executiva.

Também na abertura do leilão, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse que o atual modelo para leilão do pré-sal sob o regime de partilha serve "aos melhores e mais legítimos interesses do povo brasileiro". Segundo ele, "Libra será um divisor de águas entre o passado e o futuro".

Fonte: Br247 -

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Ritual de sacrifício de crianças, envolvendo elites europeias é exposta!

Membros de igrejas europeias e funcionários do governo, que estão envolvidos em um ritual de estupro e assassinato de crianças, foram expostos por um novo grupo de testemunhas, eles afirmaram as declarações públicas da Holandesa Toos Nijenhuis.

No dia 7 de outubro essas novas testemunhas, entregaram declarações juramentadas para o Escritório Central do ITCCS e advogados em Genebra que descrevem sua observação ou participação no ritual de, tortura, estupro e assassinato de crianças a partir dos cinco anos de idade em propriedades privadas na Holanda e França. As testemunhas citaram dois cardeais católicos, um juiz francês, padres belgas e membros das famílias reais holandeses e britânicos como participantes neste crime.

No ultimo dia 08 de maio, a ITCCS postou uma entrevista exclusiva com Toos Nijenhuis no qual ela nomeia alguns dos mesmos homens mencionados nestes últimos depoimentos como participantes do culto. De acordo com Toos e as novas testemunhas, as crianças eram sequestradas, drogadas, estupradas, torturadas e perseguidas e assassinadas em um evento ritualizado. Toos identificou pelo menos um campo no sul da Holanda, onde tais assassinatos, rituais, e enterros aconteceram, segundo Toos esses rituais aconteceram em 2010. A baixo o vídeo do depoimento de Toos e cenas dos locais onde ela identificou como sendo um dos locais do ritual. (em outro idioma).



Coincidindo com estas novas exposições, Toos e sua família enfrentaram recentemente ataque e ameaças, para destruir sua associação e o ITCCS, e também seu secretario de campo Kevin Annett, que ajudou Toos a divulgar a história.

Esses ataques vem de uma cineasta da Africa do Sul, Melani Spencer, e seu marido Richard, residente holandês que inicialmente trabalhou com a Sra. Nijenhuis, mas que virou-se para trabalhar contra ela e o ITCCS.

Em varios e-mails, Spencer tentou extorquir dinheiro de Toos e sua família, e ameaçou com uma ação judicial, e mentiu em alguns programas de rádio, sobre Toos e Kevin Annett, aparentemente sem qualquer motivo ou provocação. (Estas cartas, declarações de Toos e das novas testemunhas, estão arquivados pela ITCCS, e será publicado com o conselho do Departamento Jurídico do ITCCS).

A Direção Central do ITCCS divulgou uma declaração pela sua assessoria pública.

"O esforço heróico de Toos Nijenhuis para salvar crianças de futuras torturas e assassinatos nas mãos de homens poderosos esta sendo ameaçada hoje, agora que outros estão vindo a frente para confirmar sua história. O ITCCS apela a todos os seus filiados e simpatizantes, que apoiem a todas as testemunhas, ajudando-os a trabalhar com os ITCCS para estabelecer tribunais comuns locais de justiça que pode nomear e prender os criminosos e proteger os inocentes."

Os ITCCS estará lançando uma nova campanha na Europa para expor esse culto de assassinos de crianças e aqueles que ainda estão na ativa, através de uma decisão do tribunal, a ser convocado na Holanda com a ajuda das testemunhas e da Sra. Toos. Esta nova equipe irá incluir juristas europeus e grupos de direitos humanos, e também sera chamado sobreviventes de tortura e de rituais assassinos de todo o mundo.

Para ser voluntário desta campanha envie um e-mail para.
itccscentral@gmail.com

Fonte: ENV - VaticanCrimes

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Queda de suposto meteorito assusta zona rural de Recife (PE)


Moradores do Povoado Borracha, localizado na zona rural do município de Vicência, a 83 quilômetros de Recife (PE), estão assustados com a queda de um suposto meteorito, ocorrida da última segunda-feira (23) por volta das 15h30.

Segundo a prefeitura de Vicência, a Defesa Civil do município e um geólogo vão ao distrito de Borracha nesta sexta-feira (27) para coletar o material e enviá-lo para o ITEP (Instituto de Tecnologia de Pernambuco). A Defesa Civil pede que os moradores não entrem em pânico e que acione o órgão quando ocorrer qualquer problema.

A pedra, que tem cerca de 1,2 quilo e 20 centímetros, teria caído a pouco menos de um metro do marceneiro Adeildo Silva, que estava na calçada de sua oficina consertando uma carroceria de madeira. Silva contou que antes de a pedra "queimada" cair escutou um barulho e, logo em seguida, sentiu um impacto no chão.

"Abriu um buraco no local que a pedra caiu. Tive medo do barulho, mas quando vi que era uma pedra peguei e vi que ela é diferente. Tem a cor preta. A pedra estava muito quente de um lado e do outro completamente fria. É muito estranho tudo isso", disse ele ao UOL, destacando que quer saber se o suposto meteorito tem algum valor comercial para colocá-lo à venda.

Ao escutar o forte barulho, os vizinhos de Silva saíram de suas casas para a rua e correram para o local para observar a pedra.

A estudante Renata Bezerra disse que escutou o estrondo e se assustou. "Saí correndo para a rua para ver o que tinha acontecido e foi quando vi que a pedra estava no chão da calçada do meu vizinho. Eu acredito que seja um meteorito porque já li algo parecido nos livros", opina.

O agricultor Olegário Bezerra da Silva estava sentando na calçada quando escutou o barulho e ainda entrou correndo para casa para se proteger, mas revolveu ver o que tinha acontecido em frente à casa de Silva.

"Pensei que a fiação elétrica tinha estourado e feito o barulho. Mas quando fui olhar, o local que a pedra caiu estava com um buraco. É uma pedra diferente das que têm na terra. Essa pedra caiu do céu, não tem como alguém ter jogado aqui", disse o vizinho do marceneiro.

De acordo com o Observatório Nacional, desde a quarta-feira (25) está acontecendo uma chuva de meteoros sobre a Terra, conhecida pelo nome de Oriônidas.

O fenômeno no espaço registra uma queda de 20 a 25 meteoros por hora e pode ser visto durante à noite. A chuva de meteoro ocorre até o dia 25 de novembro, mas o pico de intensidade será entre os dias 21 e 22 de outubro. As condições de observação não serão favoráveis, no entanto, já que a Lua estará na fase cheia passando à minguante.

Fonte: UOL - B.J.A. - Pinheirinho

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Crianças do RN perdem as digitais na quebra da castanha de caju

Meninos e meninas têm as mãos queimadas por ácido e perdem as digitais dos dedos no processo de quebra da castanha de caju. Mesmo após denúncias, o problema persiste no Rio Grande do Norte.

Passado um primeiro momento de grande arrancada na prevenção e eliminação do trabalho infantil no Brasil, do início dos anos 1990 a meados dos anos 2000, o país enfrenta um novo desafio para manter o ritmo de queda. Enquanto a primeira fase foi marcada pela retirada de crianças e adolescentes das cadeias formais de trabalho, o novo desafio são as piores formas de exploração, como o processamento da castanha, que o poder público tem mais dificuldade de erradicar. O trabalho informal e precário atinge especialmente os adolescentes e jovens e está relacionado à evasão escolar e à falta de alternativas oferecidas pelo mercado. A erradicação requer um plano com ações, metas e indicadores. E uma ação política coordenada.

Muitos leitores ficam irritados quando conectamos trabalho infantil ou escravo ao nosso consumo, o que significa nos inserir como parte beneficiária da cadeia de escoamento. Pois não deveriam. Não é culpa que se busca com a transparência da origem dos produtos que consumimos, mas essa informação é fundamental para pressionar governos e empresas a adotarem políticas a fim de garantir que isso não aconteça. Afinal de contas, a ignorância é um lugar quentinho.

A reportagem é de Daniel Santini, da Repórter Brasil, que foi a João Camara, no Rio Grande do Norte, verificar as condições das crianças que perdem as digitais no processamento da castanha.

Olhe a ponta do seu dedo. Repare no conjunto minúsculo de linhas que formam sua identidade. Essa combinação é única, um padrão só seu, que não se repete. As crianças que trabalham na quebra da castanha do caju em João Câmara, no interior do Rio Grande do Norte, não têm digitais. A pele das mãos é fininha e a ponta dos dedos, que costumam segurar as castanhas a serem quebradas, é lisa, sem as ranhuras que ficam marcadas a tinta nos documentos de identidade.

O óleo presente na casca da castanha de caju é ácido. Mais conhecido como LCC (Líquido da Castanha de Caju), esse líquido melado que gruda na pele e é difícil de tirar tem em sua composição ácido anacárdico, que corrói a pele, provoca irritações e queimaduras químicas. No vilarejo Amarelão, na zona rural de João Câmara, as castanhas são torradas – além de corroer a pele, o óleo é inflamável – e quebradas em um sistema de produção que envolve famílias inteiras, incluindo as crianças.


Com a pele cada vez mais lisa, as pontas dos dedos perdem as digitais, e as linhas e traços de identidade se esfacelam (Fotos Daniel Santini/Repórter Brasil)

O óleo é pegajoso. Basta pegar uma castanha e quebrá-la para ficar com a pele manchada por alguns dias. Nem todas as crianças e os adultos que trabalham no processo sabem que o óleo é ácido. Muitos acham que a mão fica assim machucada por conta da água sanitária utilizada para tirar o preto encardido da mão depois de horas seguidas manuseando e quebrando as castanhas torradas. “Se fosse assim, as pessoas que usam água sanitária para limpeza estariam roubadas! É o óleo LCC que tem uma ação irritante, ele é cáustico, produz lesões e chega a retirar as digitais”, explica o médico Salim Amed Ali, autor de diferentes estudos sobre doenças ocupacionais para a Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro), do Ministério do Trabalho e Emprego. A perda da identidade não é permanente. Com o tempo, as digitais voltam se a pessoa se afastar da atividade.

Sobrevivência - O médico fez pesquisas específicas sobre a saúde de trabalhadores de unidades industriais de processamento de castanhas de caju e diz que a atividade pode ser considerada insalubre. No caso em questão, em que a produção é totalmente artesanal e as famílias dependem do trabalho para sobreviver, ele destaca quão contraditória é a situação. “A subsistência está calcada em condições de trabalho inviáveis. Para viver, o sujeito precisa se submeter a condições inaceitáveis e as crianças acabam sacrificadas. Não dá para aceitar isso em pleno século 21”, afirma.

Um menino e uma adolescente se revezando ao redor da mesa. A garota é quem cuida do fogo, alimenta a lata improvisada com cascas de castanha e controla as labaredas espirrando água com uma garrafinha. A fumaça sobe e cobre seu rosto. Um cachorro dorme perto do fogo. Eles estão nessa atividade desde a madrugada, começaram às 3 horas. É preciso começar cedo, no sol do sertão nordestino, não dá para continuar com o calor de meio-dia.


Os trabalhos começam cedo, devido ao calor do sertão nordestino; ao meio-dia, o sol é muito forte para prosseguir.

O garoto tem 13 anos e, assim como a irmã, cursou até a quarta série do ensino fundamental mas tem dificuldades para ler e escrever. Largou a escola na quinta série porque teria de viajar uma hora de ônibus para ir até uma que atende alunos mais velhos, localizada na área urbana de João Câmara – trabalhar e estudar ao mesmo tempo já é difícil quando a escola é perto; quando não há escolas perto, impossível. Ele quebra as castanhas com agilidade, seus dedos fininhos seguram, selecionam e escapam das pancadas duras.

São poucas as palavras, ambos trabalham em silêncio e as respostas são curtas. Na mesa vizinha, os mais velhos reclamam da falta de água – a que a prefeitura tem entregue para abastecer as cisternas do bairro é salobra. “Dá dor de barriga e aí a gente tem de comprar água de garrafa, vê se pode”, conta uma mulher de 63 anos, que já passou fome e acha melhor que as crianças trabalhem com castanhas do que colhendo algodão ou roçando pasto para o gado, atividades que exerceu quando criança.


Meninas, meninos, pais, mães e famílias inteiras se misturam para organizar a produção das castanhas.

Em outra unidade de produção, uma família adapta o ritmo à existência de um recém-nascido. Uma adolescente, também de 15 anos, se reveza com o marido de 18 anos e sai, de tempos em tempos, para amamentar o bebê. “Eu lavo as mãos bem antes de pegá-lo, para não sujá-lo”, conta a mãe, antes de fazer uma pausa às 4 horas. O trabalho costuma ir até as 11 horas e, à tarde, todos trabalham tirando a pele fininha.

O emprego de crianças na quebra da castanha de caju está incluído na lista de piores formas de trabalho infantil, ao lado de atividades como beneficiamento do fumo, do sisal e da cana-de-açúcar. A situação a que estão submetidas as crianças de João Câmara (RN) não chega a ser novidade. A auditora fiscal do trabalho Marinalva Cardoso Dantas, coordenadora do Fórum Estadual de Erradicação do Trabalho da Criança e de Proteção ao Adolescente Trabalhador, tem realizado sucessivas ações de fiscalização, denunciado a situação e cobrado soluções. “Não dá para aceitar que as crianças continuem nessa situação, mas não basta reprimir, é preciso oferecer alternativas”.

Além de identificar as crianças e reunir informações para relatório a ser entregue ao Conselho Tutelar da cidade, ela também tem procurado cobrar providências por parte da prefeitura sobre a situação das famílias. Os programas sociais são considerados insuficientes pelos moradores, que reclamam da atuação do poder público. “Sabemos do que está acontecendo, mas até agora não conseguimos avançar”, admite Maria Redivan Rodrigues, secretária de Assistência Social e primeira-dama de João Câmara, que promete solucionar o problema em um ano, até setembro de 2014. O Brasil se comprometeu a erradicar as piores formas de trabalho infantil até 2015, mas, mesmo com denúncias, situações com a de João Câmara persistem.

Em 24 de fevereiro de 2012, o promotor Roger de Melo Rodrigues, do Ministério Público Estadual, abriu o Inquérito Civil nº 06.2012.00003777-7 após denúncias. “Ele disse que ia processar as famílias, tentou proibir as pessoas de trabalhar, deixou todo mundo apavorado. Foi muito ruim”, diz Ivoneide Campos, presidente da Associação Comunitária do Amarelão. “A fumaça faz mal, a gente sabe, mas as famílias não querem mudar o método com que sempre trabalharam. E não adianta forçar, tem de transformar em querer, ajudar na busca de alternativas”, defende.

Procurado para comentar a reclamação, o promotor negou, em nota, que sua atuação tem sido meramente repressiva. Ele diz que “os problemas relacionados à queima de castanha, tais como impacto ambiental, danos à saúde dos moradores e trabalho infantil, não têm passado desapercebidos do Ministério Público Estadual” e que “em vez de buscar a repressão de delitos relacionados ao caso, esta Promotoria tem priorizado o diálogo com a respectiva comunidade, já havendo sido realizadas duas reuniões no local com todos os interessados e representantes de órgãos municipais, estaduais e federais, objetivando a construção de um consenso para solucionar o caso”.

O promotor reclama, porém, que embora “busque uma resposta adequada e legítima aos problemas, tem enfrentado alguma resistência relacionada ao costume já enraizado, da parte de algumas famílias locais, de proceder à queima de castanhas ao alvedrio dos respectivos danos decorrentes, o que não impedirá uma atuação isenta e efetiva para a resolução do caso”.

Potiguar - Entre as famílias que dependem do processamento de castanhas de caju para sobreviver estão as de um assentamento localizado na região de índios Potiguar, um dos poucos núcleos remanescentes dessa etnia que no passado povoou o estado inteiro. Os ganhos são mínimos. A castanha crua é comprada de pequenos produtores da região de Serra do Mel. Um saco de 50 kg rende, em média, 10 kg de castanha processada. As famílias contam que ganham de R$ 30 a R$ 100 por semana, vendendo a produção a intermediários que revendem em feiras e mercados de cidades.


Assim que as castanhas estão torradas, as mãos se levantam; pancadas quebram uma noz, depois outra e outra, e outra...


O óleo se esparrama em torno das unhas, pela ponta dos dedos e, quando se vê, as mãos inteiras já estão cheias de ácido.

“Tentamos identificar quem lucra com isso, mas é um sistema muito primitivo. As indústrias organizaram a produção e estão processando diretamente as castanhas, não identificamos nenhuma envolvida. Os intermediários são pequenos comerciantes que adquirem o produto diretamente com as famílias”, explica o auditor fiscal José Roberto Moreira da Silva.

Criatividade na busca por soluções para as famílias não falta. Nilson Caetano Bezerra, do Fórum Estadual de Erradicação do Trabalho da Criança e de Proteção ao Adolescente Trabalhador Aprendiz, por exemplo, sonha em fazer parcerias com as empresas de produção de energia eólica, que fazem multiplicar o número de torres de geração na região, para empregar adolescentes como aprendizes. E em providenciar máquinas para que os adultos não tenham de manusear as castanhas torradas. Experiências com mecanização já aconteceram, mas o descasque manual ainda é o preferido porque a taxa de desperdício é menor.


Mesmo que já exista formas de produção mecanizadas, ainda há preferência pelas técnicas manuais, que seriam mais produtivas.

Em fevereiro, o juiz Arnaldo José Duarte do Amaral, titular da 9ª Vara do Trabalho de João Pessoa, visitou a comunidade e também encontrou as crianças trabalhando na produção de castanhas. Ele escreveu um artigosobre a questão e, desde então, tenta articular soluções e envolver mais interessados em resolver o problema. “Quando estive lá como juiz, me perguntavam se ia prender alguém. Não é esse o papel do judiciário, o objetivo não é prender ninguém, é achar solução”, diz, defendendo a formação de cooperativas e mecanismos de economia solidária como o melhor caminho para erradicar o trabalho infantil e melhorar a condição de trabalho dos adultos. “A gente tenta corrigir essas questões há séculos, sem sucesso. Não bastam ações repressivas, que vão além de tentar punir.”

(Reportagem produzida em parceria com Promenino/Fundação Telefônica Vivo, e publicada também no site Promenino, que reúne mais informações sobre combate ao trabalho infantil)

Fonte: UOL, MEIA INFÂNCIA